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Mostrando postagens de Agosto 29, 2013

Meu relato sobre Maria Célia Paz

Luto é uma palavra bastante triste. Ela, por si mesma, encerra o fim de algo que começou. Tive uma amiga, chamada Maria Célia Paz. Uma figuraça.  Morava na cidade de Ibicarai, onde tive a oportunidade de ser professor por algum tempo, ensinando Física num pré-vestibular. Foi um tempo difícil e um dos cursinhos onde lecionava me ofereceu a vaga por intermédio do irmão de Célia. Eu nem sabia que os dois eram irmãos, até o dia em que vi ele adentrar a sala da UTI para visita-la. Quem me apresentou a Célia foi uma ex-namorada, chamada Rose Cássia. Adventista e estudante de geografia, as duas foram colegas de faculdade. Célia acreditava que minha história com Rose ainda não acabou, e que, em algum momento, ela e eu iremos nos reconciliar e formar uma família. É claro que Célia sabia que Rose e eu nos separamos ainda no tempo de faculdade, por questões de discordâncias. Como se o casamento fosse o encontro de duas pessoas que concordam entre si todo o tempo! Mas o fator que mais me motivou…