Bem Estar - Protocolo agiliza distribuição de pílulas do dia seguinte na rede pública

Bem Estar - Protocolo agiliza distribuição de pílulas do dia seguinte na rede pública

Boa notícia, sobretudo para as adolescentes.
As meninas começam sua vida sexual cada vez mais cedo, e com cada vez menos informação e atitudes corretas. Um número considerável delas acaba arcando com uma gravidez indesejada, e com isso tem suas vidas alteradas de forma drástica. O ônus de uma gravidez indesejada acaba se refletindo numa qualidade de vida mais baixa, porque a jovem entra nun ciclo vicioso: grávida, a garota deixa a escola, e com ela, uma chance de conseguir melhores colocações no mercado de trabalho. Não raro, a auto-estima despenca, as condições emocionais predispõe a novos envolvimentos amorosos desastrosos e, sem o amparo emocional da família, o risco de novas gestações é grande.
Melhor seria se a jovem tivesse duas posturas: deixasse a vida sexual para iniciar num momento posterior, quando ela tivesse melhor autoestima, concluído o ensino médio, ou mesmo a faculdade; e, não cumprindo a primeira, ao menos que tomasse os cuidados com sua intimidade e sexualidade, evitando não apenas uma gravidez indesejada, mas evitando também doenças sexualmente transmissíveis. 
Sexo é vida, mas exige responsabilidade no seu exercício. Nos tempos atuais é possível divertir-se sem trazer prejuízos para si mesmo e toda a sua família. Entretanto, é preciso cuidados. Usar um método contraceptivo correto, manter uma postura de respeito a si mesmo e ao companheiro, cuidar de seu corpo, sua intimidade, sua vida sexual exigem maturidade, inteligência e ser seletivo.

17/04/2013 13h42 - Atualizado em 17/04/2013 13h42

Protocolo agiliza distribuição de pílulas 



do dia seguinte na rede pública

Documento normatiza fornecimento da pílula e dispensa receita médica.
Medicamento é usado em casos de relação sexual sem contraceptivos.

Do G1, em São Paulo
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Um protocolo lançado pelo Ministério da Saúde pretende tornar mais ágil a distribuição de pílulas do dia seguinte para pacientes da rede pública. O medicamento, que já era distribuído gratuitamente, agora poderá ser fornecido sem uma receita médica emitida previamente.
A pasta afirma, no entanto, que o fim da obrigatoriedade da consulta não significa um relaxamento no rigor para o fornecimento do medicamento. Para obter a pílula, a mulher deverá primeiro conversar com um médico ou enfermeiro e explicar porque tem interesse em usar o medicamento. Caberá ao responsável pelo atendimento fornecê-lo ou não.
Esses médicos e enfermeiros deverão agir de acordo com as orientações presentes no “Protocolo Levonorgestrel”, elaborado no fim de 2012 e distribuído no começo de 2013 para normatizar o uso da pílula do dia seguinte – Levonorgestrel é o nome do medicamento.
A pílula em si já era distribuída gratuitamente antes, mas com a exigência de uma receita médica. Na prática, isso implicava marcar uma consulta com o ginecologista para só depois obter o medicamento, o que tornava o método ineficaz.
Sendo atendida diretamente por um especialista, a mulher tem acesso mais rápido ao Levonorgestrel e maior chance de sucesso. Apesar do nome popular de “pílula do dia seguinte”, o medicamento é considerado bastante eficaz até cinco dias depois da relação sexual. De toda forma, quanto mais próximo da relação ele é usado, maior sua eficiência.
A pílula é indicada para mulheres que não queiram ter filhos e que tenham tido alguma relação sexual sem usar nenhum método contraceptivo. Ela pode ser obtida em postos de saúde, hospitais e maternidades públicos e em serviços que atendem mulheres em situação de violência. Para a venda em farmácias da rede particular, a receita médica continua sendo necessária.

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