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Mostrando postagens de Maio 11, 2012

Metáforas: uma forma esplêndida de entender a vida

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Quem me conhece de perto, sabe que gosto de uma boa prosa. Contar causos, contar e rir de uma boa piada. Há quem julgue, equivocadamente, que sou pedante. Talvez em muitos momentos eu seja, e tenha mesmo que reconhece-lo. Mas, como diria a máxima popularizada por Chico Anísio (que Deus o tenha), através do craque Coalhada “eu sou, mas quem não é?” Entretanto, quem tem coragem para passar por esse verniz, se oportunizar aproximar-se de mim um pouco mais, vai perceber, sem fazer grande esforço, que sou mais para o populacho que para a burguesia. Bom, essa semana pensava em várias metáforas e histórias que ouvíamos quando criança. Contos de fadas, da carochinha, dos irmãos Grimm, Esopo, La Fontaine, Jesus Cristo... fontes de parábolas, fábulas e histórias que nos fizeram dormir, e que ouvíamos atentos por horas, com uma atenção que chocava nossos pais, ao menor sinal de mudança, por mais sutil que fosse. Amávamos ouvi-las. Mas, poucos de nós as entendemos com a seriedade e profundidade de in…

Os Botões de Napoleão: as 17 moléculas que mudaram a história

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Os Botões de Napoleão


Entre os muitos projetos que tenho, achei que seria interessante achar espaço para a escrita de comentários e resenhas sobre livros, artigos e escritos em geral aos quais tive acesso. Essa semana, anteontem para ser mais exato, ganhei um livro de presente, vindo de um amigo a quem admiro muito.
O livro é essa pérola rara cuja foto está acima. Aparentemente há uma conspiração no universo que tenta me impedir de escrever essa postagem, porque já é a 4ª vez essa noite que recomeço a escrita, tendo iniciado a primeira por volta das 12:00, sendo agora 03:56. Mas vamos tentando. O livro, ainda na introdução, começa com um poema infantil de origem inglesa que trata sobre como as coisas grandes e importantes, aparentemente sólidas e inabaláveis podem ruir por negligência nas coisinhas bem pequenas, ligadas ou não a elas. Sem cita-lo por inteiro, o poema conclui que, por causa de um prego um reino se perdeu. É sob essa percepção que os autores, professores cosagrados em s…