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"Não tem nada especial sobre mim. Eu só fui atrás", diz jovem brasileira do Vale do Silício

Bel Pesce fez palestra inspiradora na Campus Party Recife

Larissa Oliveira - Metro1
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"Não tem nada especial sobre mim. Eu só fui atrás", diz jovem brasileira do Vale do Silício
Foto: Larissa Oliveira / Metropress
Se uma palavra pode descrever a palestra da brasileira Bel Pesce na Campus Party Recife, a palavra é inspiradora. Bel, autora do livro "A menina do Vale", tem apenas 24 anos, se formou no MIT, trabalha no Vale do Silício e passou por empresas como o Google e Microsoft. 

Muito simptática e bem-humorada, ela começou a palestra dizendo que a palestra na Campus Party era o mais perto que havia chegado de ser uma estrela de rock e emendou dizendo que sempre foi muito nerd. "Eu adorava destruir coisas. Aprendi muito assim". Ela, que se preparava para prestar vestibular para o ITA, ouviu conselhos de um professor em São Paulo, onde morava, e resolveu tentar entrar no MIT, dos Estados Unidos, já que não gostava só de engenharia, era também comunicativa. E teve que perseverar muito para passar.

"Quando resolvi tentar, já estava muito atrasada, porque os americanos já haviam começado a seleção seis meses antes. Tinha perdido os prazos das provas, que são contadas. Mas o legal é você fazer o que quer e não desistir nunca. Se você aceita o que tem agora, aceita o não", contou Bel, que juntou perseverança com sorte para conseguir fazer as provas e entrar na universidade. Lá, ela conta que trabalhou muito, desde o início, e defendeu que o sucesso não vem da noite para o dia. "É fruto de muito suor e demora para todo mundo!" 

E aí Bel deu uma verdadeira aula de empreenderismo para os campuseiros, já que agora desenvolve trabalha no aplicativo chamado de carteira digital da sua empresa, a Lemon. "Não tem nada especial sobre mim. Eu só fui atrás", explicou. 

Vida social 

Durante sua explanação, Bel comentou que chegou a pegar 13 matérias ao mesmo tempo e que trabalhou em várias áreas do MIT. Por isso, ela foi questionada pelo Metro1 se concordava que, para ter sucesso, é preciso escolher entre a vida profissional e a social. E mais: se ela tinha vida social, o que levou os campuseiros que lotaram o palco principal do Chevrolet Hall aos risos. 

"Gente, ela disse que eu não tenho vida!", brincou, antes de responder que não: a vida social não precisa ser separada da profissional. "Tem tempo para os dois, sem dúvida alguma. Às vezes abdico de fazer alguma coisa em prol da minha empresa, mas tenho muita vida social, sim!", respondeu. 

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