Funcionário público da educação

GOVERNADOR: O FUNCIONÁRIO DA EDUCAÇÃO PRECISA SER RESPEITADO

11 DE SETEMBRO DE 2012 0

É preciso que vejamos a escola dentro de um conceito  amplo, para que possamos enxergar outros segmentos que fazem a escola funcionar. Já que  na escola não existe só a figura do professor.

Compreendendo esta questão vamos valorizar os segmentos que contribui efetivamente, diante do processo educativo em evolução na escola, que se dá  no seu cotidiano.

Nesse sentido estamos falando dos funcionários não docentes da educação muitos desses companheiros e companheiras  deram parte de suas vidas servindo à educação, mas não são  prestigiados pela contribuição que dão, sempre estão submetidos a lógicas da inferioridade no interior das escolas o que os tornam invisíveis.

A onda neoliberal no governo da Bahia gerou três categorias de funcionários no interior da escola, já que o governo conservador  de Jaques Wagner não admite fazer concurso público, dando preferência à terceirização e contratação temporária para fazer o trabalho de infraestrutura e o trabalho administrativo na escola, secundarizando  o concurso público.

Vejamos a forma pela qual os gestores das escolas tratam os funcionários. Diante da greve de 115 dias, se fez um novo calendário letivo, só que os funcionários não fizeram greve, eles têm uma carga horária de 30 horas semanais e os diretores estão ameaçando cortar o ponto, caso não trabalhem aos sábados, só que o governo não quer  pagar horas extras e nem conceder o vale transporte, já que 36 horas  ultrapassam a sua carga horária de 30 horas.

O que APLB está propondo é um acordo no qual os funcionários trabalhem aos sábados e folgam 2 dias na semana com diz a lei 6677 (Estatuto do Servidor), caso isso não aconteça os funcionários não devem  ir trabalhar nos sábados.

Vamos ver o grau de estupidez dos diretores escolares.

Por outro lado o governo neoliberal de Jaques Wagner vem sistematicamente retirando as conquistas históricas, como é o caso do CET. Gratificação que EM NOSSO entendimento está incorporada ao salário, já que foi concedida em 1998, mas o governo neoliberal de Wagner  continua acabando com as  conquistas dos funcionários.

A APLB-Sindicato, diante da conduta do governo NEOLIBERAL de Jaques Wagner  de querer extinguir a categoria de funcionários efetivos do Estado  cabe a nós levantar uma CAMPANHA POR CONCURSO PÚBLICO NA REDE ESTADUAL.


Nivaldino Felix

DIRETOR DE IMPRENSA DA APLB

E COORDENADOR DO DEFE -BA

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