A novela do piso salarial para os professores.

Atenção cidadão desse grande país! Governadores de vários partidos estão se movimentando nesse momento para reduzir os salários do professores, o que poderá ter impacto direto nas ações desses profissionais em suas regiões, com greves e movimentos paredistas. Em época eleitoral todos se dizem ocupados em valorizar os profissionais de educação e dizem entender e as ações relativas à melhoria na educação. No cotidiano das escolas públicas do Brasil inteiro, essas ações são completamente desconhecidas.
Fora o mais básico, não contamos com absolutamente nada.
Queria que muitos estudantes fizessem como fez aquela jovem que começou a postar os problemas da escola onde estuda assim como a impressão que ela tem sobre a escola. Ação política de primeira e com qualidade impar. Mais ainda considerando a idade da jovem em questão. 
É claro que ela iria desagradar muita gente, dentro da escola, e dar o que falar. Primeiro tentaram calar a moça, no momento seguinte estão desqualificando a família da mesma. Algo para se pensar, porque preocupar-se em fazer a escola melhorar, pouco se fez até aqui.
Precisamos nos movimentar. Agir.

Governadores entram com ação contra piso nacional dos professores; MEC desconhece

Ministério da Educação informa não conhecer intenção do Adin contra reajuste

Metro1
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Governadores entram com ação contra piso nacional dos professores; MEC desconhece
Foto: Ilustrativa
O Ministério da Educação (MEC) divulgou nota nesta quarta-feira (5) informando que não foi comunicado pelos governadores da intenção de impetrar com a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o cálculo de reajuste do piso nacional para professores da rede pública. A pasta reafirmou que o governo federal defende o "crescimento real do piso salarial dos professores".


A Adin é assinada pelos governadores de Mato Grosso do Sul, Goiás, do Piauí, Rio Grande do Sul, de Roraima e Santa Catarina e terá o ministro Joaquim Barbosa como relator do processo no STF. A Lei 11.738, conhecida como Lei do Piso, foi sancionada em 2008 e determina um valor mínimo que deve ser pago aos professores da rede pública com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais.



Pelas regras, o piso deve ser reajustado anualmente a partir de janeiro, tendo como critério o crescimento do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Entre 2011 e 2012, o índice foi 22% e o valor passou de R$ 1.187 para R$ 1.451.



A Campanha Nacional pelo Direito à Educação, rede composta por mais de 200 entidades distribuídas por todo o Brasil, também publicou nota de repúdio e considerou a "absurda" a ação impetrada pelos governadores.



O piso salarial já foi motivo de outra ação no STF. Em abril do ano passado, a Corte considerou constitucional a Lei 11.738 questionada pelos governos do Ceará, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.



As informações são da Agência Brasil

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