Eleições 2012

Queridos alunos, pais e colegas, saudações.
Estamos vendo chegar as eleições 2012, e a peergunta que fica no ar é: em quem votar?
Temos um poder imenso em nossas mãos, um poder que compartilhamos que é o poder da escolha. Em um texto bíblico, o próprio Deus afirma que diante do homem ele coloca o Bem e o Mal, sugere que o homem escolha o Bem, rejeite o Mal; mas deixa a escolha a cargo do homem. Esse é um fardo que levamos. Temos direito à escolha e nem Deus passa por cima desse direito.
Mas junto com o direito, vem a responsabilidade. Temos o direito de escolher, mas precisamos escolher bem. Com inteligência e sabedoria.
Como decidir por um candidato? Algupem vai afirmar que ao olhar o passado do candidato, temos um vislumbre do futuro. Pode ser. Se assim é, temos então um problema grave... não bons candidatos a serem escolhidos. Todos, em algum momento pecaram contra a população e o fizeram de forma a comprometer a possibilidade de escolha, se usarmos desse critério. Não é preciso observar muito. Podemos ver que na eleição passada, o Governador atual prometeu que o Metrô estaria nas ruas, porque ele, amigo de Lula, traria os recursos para o Estado. Esses recursos hoje estão trancados. Logo, Há um candidato que não pode hoje alegar essa parceria. Além do mais, essa parceria, Prefeitura-Governo Estadual-Governo Federal deve existir independente de quem esteja sentado nas cadeiras do executivo. Quem governa, governa para o povo.
E governar para o povo é muito dificil. É só lembrar como é ser dono/dona de casa. Adminsitrar o salário, prioridades, filhos, despesas, consertos, relações com vizinhos... nunca é fácil liderar. Em muitos meses, precisamos ver o que é prioridade, o que não é, em detrimento do que gostaríamos ou não de fazer. E todos imaginamos o que poderíamos fazer com mais recursos. O problema é ter esses recursos.
Alias uma lei básica da economia afirma que "os recursos são sempre escassos, e as necessidades são infinitas: administrar é fazer uma ponte que aproxime esses dois mundos." O problema é que por menos que seja a ponte, ela sempre existe, o que quer dizer que esses campos nunca estarão num mesmo ponto. Sempre haverá uma distância entre o que efetivamente queremos, e os recursos para consegui-lo.
Esse discurso que afirma que o governante, seja ele quem for, governa para o Rico, é o discurso típico do oprimido. Concordo que, por exemplo, a educação pública precisa melhorar em muito. E que provavelmente quando isso ocorrer, não precisaremos mais de cotas para estudantes pobres. Mas daí afirmar que a educação atende aos interesses dos mais ricos, é uma inverdade. Existe ainda a queixa de que os recursos que hoje são depositados nas entidades de nível superior através de FIES, e outras formas de financiamento da educação superior é uma forma de esvaziar as entidades públicas. Grande inverdade! Em boa parte delas há sobra de vagas não preenchidas, porque os estudantes simplesmente não conseguem ser  aprovados nos vestibulares, ou desistem, as vezes transitando entre vários cursos. Como a maioria das faculdades particulares não apresentam grandes exigências para o ingresso nos cursos, acabam favorecendo a entrada de estudantes que, de outra forma, não conseguiriam um diploma superior. Há quem pense que isso é bom. Na verdade é péssimo! Favorece a formação de estudantes sem os conhecimentos mínimos para o exercício de sua profissão, o que percebemos todo ano quando ocorre a prova da OAB.
Ou seja, esse discurso precisa ser revisto. Durante as desesttizações e quebras de monopólio de Estatais ligadas às telecomunicações ainda por Fernando Henrique Cardoso, muito se usou desse discurso. Lembro que naquele momento, conseguir uma linha telefônica era praticamente impossível. A quebra desse monopólio na verdade, possibilitou a cada braseiro possuir vários aparelhos celulares, com vários chips, o que significa ter várias linhas telefônicas. A uebra do monopólio trouxe mais benefícios que problemas, embora seja iteligente pensar que os problemas que hoje residem no setor precisam ser resolvidos, e melhor trabalhados. O atendimento ainda ´pe muito ruim, caro e de qualidade inferior. Mas, a po´pulação precisa ser mais participativa, o que implca tomar decisãoes; o que nos faz voltar a o ponto de origem dessa postagem.
Uma afirmação freuqnete, quando se trata de eleições, é dizer que escolhemos mal nossos representantes. De fato, acrdito que os critérios utilizados, muitas vezes, em nada são uteis. Se uma candidato professa essa ou aquela religião, se mora neste ou naquele bairro, se veio desta ou doutra cidade... isso é inócuo. A formação escolar é importante, mas não posso aformar ser decisiva. Se em outra gestão o candidato efetuou, ou não grandes obras, talvez seja bom. Mas será que o momento pesse tipo de gestor?
Gosto de toamr como exemplo as igrejas Adventistas. Nelas os pastores ficam por algum tempo. No máximo 6 anos na mesma igreja. E logo são transferidos para outra. Ocorre que a igreja acaba tendo pastores com vários perfis diferentes: uns são mais voltados para a construção, outro para ampliação da ireja, outro trata da reforma, outro se preocupa mais com missões, outro com a consolidação do rebanho,.. enfim, ao ter vários pastores com vários perfis, a igreja experimenta uma coesaão e crescimento maior.
E no final, se pensarmos nisso, quem realmente pode ser um bom candidato? Só sabemos o resultado de um jogo no final do mesmo. Antes, fica dificil!
Como saberíamos que Jaques Wagner era um gestor ruim para nós baianos, quando da primeira gestão. Só não entendi porque foi reeleito. E apesar de haver vários partidos de esquerda ligados ao PT, na Bahia, e a maioria deles estarem ligados aos sindicatos, não é possível que ainda votemos em candidatos ligados a esses partidos.  Pelo simples fato de que nesses últimos anos, nehum desses tem se manifestado em favor dos trabalhadores. Pense nas últimas greves. E na postura que assumiram.
Em alguns casos, como o presidente a AL da Bahia, o senhor Marcelo Nilo, em outras épocas, até movimento de tomada da Assemblía ele participou. Agora, na última greve dos professores do Estado, ele cortou a água, a luz e até o papel higienico da Assemblía, como forma de intimidação dos acampados.
Portanto, o senhor Marcelo Nilo, mudou radicalmente de postura. Se ele for candidato na próxima eleição ao governo do Estado, como ele se propõe, meu voto não terá. E recomendo quem niguém vote nele.Os senhores que estão à frente dos sindicatos precisam rever suas posturas. Afinal, de que lado estão? Dos sindicalizados, ou dos candidatos e governantes? Em troca de cargos compram e vendem os votos dos seus representados.
Sei em quem vou votar para a Prefeitura de Salvador, e a minha escolha está ligada à postura que vem assumindo diante das câmeras atualmente. Pouco me interessa quem foi, ou não gestor anteriormente. Porque todos, de alguma maneira foram. E todos, em seus postos fizeram da adminsitração dessa cidade uma bela porcaria. Aparentemente, muitos deles, fizeram de suas gestões um arremedo, apenas para agora acusar o gestor maior. Assaltaram a prefeitura e agora se apresentam como salvadores. Além disso, alguns pretendem retornar, mas quando estiveram no poder, criaram todas as condições para que o prefeito atual estivesse onde está.
Sei que todos os homens tem o direito de mudar seus posicinamentos. Todos podemos mudar de opinião e atitude sobre tudo na vida. Aliás, isso nos faz humanos. É prova de que evoluímos interna e externamente. Em alguns casos, as mudanças não fazem bem. Em outros, elas são necessárias.
Mas é bom que todos tenhamos o direito de mudar.
Me assusta, posicionamentos dúbios: o candidato do PT, durante a greve, não se colocou ao lado dos profissionais da educação, antes desqualificou-os. Agora esse mesmo candidato chega diante das cameras e diz que vai mudar a educação da cidade. Como? Que moral tem esse homem para isso? Como o partido dele tem participado da Educação no país? Essa é uma das categorias mais prejudicadas ao longo da história desta nação. E naquilo que depende do PT, continua, em todas as instâncias, sendo prejudicada. Vejam os professores das instituições federais, estão na mesma situação dos professores dos outros níveis do executivo.
Em nada Dilma nos favorece, assim como Wagner e Pellegrino fará, se ganhar o cargo.
Senhores, me preocupa a ascenção desses homens. E mais ainda nossa atitude diante dessa ascenção.
Não sei em quem votar para a camara de Vereadores. Não sinto confiança em qualquer desses candidatos... candidato que se apresenta vote em "pastor fulano" Pelo simples fato de ser pastor, missionário, médico, advogado, pai de santo... alguém se acha preparado para exercer esse cargo. Hiler sabia que a imagem é um aliado poderoso. Por isso ele sempre andava com alguns fotógrafos para tirar fotos dele com crianças, senhoras e senhoritas sorridentes, homens importantes em posição de subserviencia, inaugurando obras, em parques e audiências públicas... enfim, sempre numa demonstração de que ele, Hitler, era um homem do povo, ligado aos trabalhadores.
Ocorre o mesmo ainda hoje, com o PT. Essa forma de aliar a imagem dos candidatos do partido ao senhor Lula e às obras realizadas pelos governos Federal e Estadual, é um absurdo. Afinal, meus amigos, por mais próximos que sejam a mim, não falam por mim e nem eu por eles. Minha conduta, necessariamente, não é a conduta deles.
Venhamos e convenhamos,o futuro próximo dessa cidade não é bom. Mas pode ficar ainda pior. Os próximos 4 anos serão bem ruins, mas podem ser insuportáveis. E tornar os outros 4 seguintes menos suportáveis. Nunca falei de política em sala de aula, mas tenho direito a expor minha opinião no blog. Julgo que precisamos pensar em quem votar, com calma e sensatez. E participar não apenas desse momento estanque. Mas efetivamente participar do cotidiano da cidade, utilizando dos instrumentos sociais que temos. O voto é importante. O dia seguinte aoi voto também.

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