Bahia - Varela Notícias

As informações dadas pela instituição são sempre contraditórias. Ao passo que a direção afirma que nunca houve esse tipo de manifestação contra a escola, pergunte aos professores que lá trabalham se houve uma situação similar antes, ou de agressão, ou qualquer coisa do tipo.
Ocorre algo bem parecido em Salvador, e na verdade em todo o Estado da Bahia. Muitos professores, com mede da exposição e do desgaste que essa exposição pode gerar, acabam por se calar. Mas, são profissionais que trabalham em situação de risco, são agredidos fisicamente, psicologicamente, as vezes em sua honra, outras como profissionais. 
Aliás, agressão ao professor, sob muitos aspectos é algo institucional. Professores não passam por cursos de aperfeiçoamento (o que diria que eles ficarão melhores), mas por cursos de reciclagem (como se fossemos material descartável e que após intenso uso voltam a ser usados novamente). Professores são responsabilizados por toda sorte de malefícios na escola: se os alunos estão indo mal em alguma matéria, ou em todas, se os alunos estão nervosos, sobrecarregados, emocionalmente instáveis... como se a escola e o professor fossem a única realidade na qual o estudantes estivesse inserido. Em sua casa ele não sofre violência, na sua rua, no seu bairro, os pais deles estão muito bem empregados, eles não tem necessidade de absolutamente nada em casa, gozam de plena e perfeita saúde, junto com seus familiares, possuem casas, roupas e bens de marca e qualidade.


Incêndio em escola de Luís Eduardo Magalhães deixa 800 alunos sem aula





Um incêndio na Escola Municipal Onero Costa, na cidade de Luís Eduardo Magalhães, região oeste da Bahia, deixa cerca de 800 alunos sem aulas nesta quarta-feira (29). A Polícia Civil local investiga se as chamas que destruíram várias salas foram provocadas, na terça-feira (28), de forma intencional.
A diretora da instituição, Núbia Matos, e outros funcionários relataram que o fogo começou inicialmente na cortina de uma das salas durante a tarde, por volta das 15h30, mas foi controlado em pouco tempo. À noite, quando não tem mais aulas na instituição, o vigia disse ter percebido que algumas salas e a biblioteca estavam em chamas e comunicou a situação por telefone à diretora, que voltou para a unidade de ensino junto com outros funcionários.
A polícia não tem suspeitos, mas apura a possibilidade de ter ocorrido ação de vândalos. Ninguém ficou ferido. As aulas foram suspensas nesta quarta-feira (29) e não há previsão de retorno. 
A área mais atingida pelo fogo foi a biblioteca, onde dezenas de livros ficaram totalmente destruídos. Funcionários e vizinhos ajudaram a apagar as chamas porque não há Corpo de Bombeiros no município.


A diretora disse que nunca houve registro de violência na instituição de ensino, que funciona no bairro João Dourado, periferia da cidade. Ela também afirmou não saber quem pode ter provocado o fogo. A Polícia Civil solicitou perícia no local, que deve ser realizada por agentes da cidade de Barreiras.
O delegado Rivaldo Luz, de Luís Eduardo Magalhães, esteve na escola e informou não descartar que o incêndio tenha sido criminoso, mas será preciso aguardar o resultado da perícia

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