Metro1 e a greve dos professores

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Greve dos professores estaduais completa 88 dias sem previsão de término

Uma nova assembleia da categoria está marcada para a próxima terça-feira

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Greve dos professores estaduais completa 88 dias sem previsão de término
Foto: Manuela Cavadas / Metropress (arquivo)
Apesar de ter sido considerada ilegal pela desembargadora Dayse Lago Coelho e determinado a imediata suspensão do movimento deflagrado pela APLB Sindicato, a paralisação dos professores estaduais não tem previsão de término e na próxima terça-feira (10) a categoria vai se reunir, na Secretaria de Educação do Estado, a partir das 9h, para definir os rumos do movimento. 

Em contato com o Metro1, o coordenador da APLB, Rui Oliveira, enfatizou que o movimento grevista continua "firme e forte". Segundo ele, a assessoria jurídica do sindicato irá entrar com recurso para tentar derrubar a decisão, caso ela seja mesmo divulgada no Diário Oficial nesta segunda-feira (9). 

O movimento que se somados aos 12 dias da greve dos Policiais Militares, onde as escolas também não abriram, completa 100 dias sem aulas. Para minimizar os efeitos da greve nos alunos do 3º ano, o governo do estado planejou aulas de reposição, para que os mesmos possam se preparar tanto para o Enem, quanto para o vestibular.

Motivo da greve 

Os professores pedem reajuste de 22,22%. Eles alegam que o governo fez acordo com a categoria, em novembro do ano passado, que garantia os valores do piso nacional, e depois ignorou o acordo mandando para a Assembleia um projeto de lei com valores menores. 

No entanto, a proposta feita pelo governo prevê reajuste salarial entre 22% e 26% por meio de progressão na carreira, através da presença regular em cursos de qualificação promovidos pelo governo. 

De acordo com a APLB Sindicato, a proposta não contempla os professores aposentados, em licença médica e estágio probatório.




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