Química e Saúde: Nossa vida e nosso futuro


Encontrei esse texto numa publicação, e achei-o bem esclarescedor. Ao final do texto é citada a publicação de onde foi retirada.
O mais interessante é que o texto trata justamente dessa relação entre química e saúde. E fala das informações que todos temos diariamente através de remédios, alimentos, produtos de higiene e nossa saúde.
Foram feitos alguns acréscimos de hiperlinks e fotos que originalmente não se encontram no texto. Tudo com o objetivo de torna-lo mais claro e inteligível. Leiam-no, opinem, passem adiante.
Logo, teremos um texto falando com mais propriedade, clareza e profundidade sobre trombose, hipertensão, glicemia... ou seja, doenças silenciosas que podemos desenvolver e que podem encurtar bruscamente nossas vidas. 
A idéia é o esclarescimento e o cuidado.

Química e Saúde: Nossa vida e nosso futuro
A química, assim como outras ciências, está amplamente presente no dia-a-dia. Não se trata apenas de pesquisas laboratoriais ou aplicações como, também, faz parte do processo vital. Ao se preparar alimentos, lavar a louça, fazer a higiene corporal ou cuidar da aparência, as pessoas utilizam-se de processos químicos. O metabolismo que garante a vida, ao transformar os alimentos ingeridos em energia vital, não se processa sem química.

Colesterol e doenças do coração

Nos estudos da química, com frequência, as substâncias são separadas e identificadas por sua densidade. Este processo serve, portanto, para a identificação das substâncias presentes no organismo humano, como por exemplo, as lipoproteínas, que são responsáveis pela formação do colesterol no sangue.
Muitas vezes o colesterol é tido como o vilão dos alimentos; porém, ele é de fundamental importância para garantir a vida. No corpo ele contribui para a produção de hormônios sexuais, vitamina D, bile, membranas celulares e bainha dos nervos.
O colesterol é um composto parecido com a gordura e que circula no sangue. O fígado é o órgão responsável pela produção de, aproximadamente, um grama dessa “gordura” que é a quantidade diária que o corpo precisa.
O colesterol dietético, ou seja, aquele ingerido com os alimentos, é encontrado nos alimentos de origem animal. O organismo humano não tem necessidade desse colesterol, mas as pessoas consomem grandes quantidades de, com exceção de quem é vegetariano e exclui absolutamente todos os alimentos de origem animal de sua dieta.
Quando entram na corrente sanguínea, as moléculas de colesterol prendem-se às proteínas que transportam os lipídios, são as chamadas lipoproteínas. Dois tipos de lipoproteínas são as maiores responsáveis por esse transporte; as lipoproteínas de baixa densidade – LDL e as lipoproteínas de alta densidade – HDL. As LDLs depositam o colesterol nas paredes internas das artérias, levando ao surgimento da aterosclerose, o que aumenta o perigo de aparecimento de doenças do coração, trombose ou derrames cerebrais.
Há, portanto, dois tipos de colesterol: o LDL, conhecido como colesterol ruim e o HDL que é o bom colesterol.
Assim, o que mais preocupa, é o LDL (colesterol ruim), formado por lipoproteínas de baixa densidade que podem depositar-se nas paredes das artérias, formando barreiras que impedem a livre circulação do sangue.
Esses ateromas, como são conhecidos os depósitos, ao provocarem a Aterosclerose, trazem como consequências o Acidente Vascular Cerebral, AVC – popularmente conhecido como derrame ou o infarto do miocárdio, comumente chamado ataque do coração.
O AVC, ou derrame, resulta da falta de irrigação de sangue no cérebro, provocando danos parciais ou total nas áreas atingidas. Esses danos podem causar pequenas alterações de consciência, paralização total ou parcial de uma determinada região do corpo ou até levar à morte.
O ataque do Miocárdio ou ataque do coração é quando o colesterol entope uma veia do coração fazendo com que o músculo cardíaco perca sua capacidade de contração e distensão e, consequentemente, deixando de bombear sangue para o corpo. O infarto também pode provocar lesões quando, por falta de oxigenação, alguma parte do organismo, principalmente o cérebro, for afetado. Dependendo de sua extensão ou demora no atendimento médico, o infarto pode ser fatal.
Extraído de Revista Água Doce, ano 6, n.18, p.18, jan-mar, 2011. Produzida por CRQ XIV.

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