Repassando

Recebi esta mensagem através de e-mail. Concordo inteiramente com ela...
"Repassando...
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É com muita tristeza e pesar, que observamos as atitudes do governo Wagner. Quando, de todos os lados, se ouve, se impõe um desejo de como a educação "deveria" ser, pública, gratuita e de qualidade, vemos o governo promover campanhas que buscam colocar a sociedade contra os professores. O que é isto? Será que não temos o direito de nos indignar, de buscar melhorias e condições de trabalhos mínimas. Parece que Wagner acha que não!

Os investimentos para valorização do magistério têm sido bandeira de governos, há tempos.
Então!? Será que estamos reclamando de barriga cheia, afinal, trabalhar 60 horas é normal mesmo? Perder a voz é normal, mesmo? Sofrer da Síndrome de Burnout é um destino certo para todos nós professores. Estarmos em escolas e salas de aula inadequadas é invenção nossa. Convivermos diariamente com situações que fogem às nossas atividades profissionais, como o tráfico de drogas, a violência e a morte no ambiente de trabalho, mas, o governo não liga para isto. Queremos respeito e somos dignos.

Que estranheza, depois de meses esperando por negociação, ainda tínhamos que avisar sobre a greve... “kkk”.
Segundo os porta-vozes governamentais: "Os professores não tem motivos para reivindicar. Eles nos pegaram de surpresa, ainda vão deixar cerca de um milhão e meio de alunos sem aulas"...
Somos os vilões, os inconsequentes? Pensem nisto, é do que estão nos chamando.
É hora de usarmos todos os meios necessários, e contar o que realmente está acontecendo.
Existe uma lei que obriga a valorização do professor. Diante desta lei, negociamos um acordo, para as coisas não ocorrerem de forma abrupta aqui na Bahia. Isto ocorreu em 11 de novembro de 2011. Nesta negociação era previsto um aumento, igual ao piso nacional (22,22%) no mês de janeiro de 2012. Você viu??? Nem eu!!! E nós "como fica"?
Ainda por cima, acionam a justiça, e criminalizam a ação dos professores. “Que país é este”?
Estamos "fritos". Por que fomos romper com esta situação de bem estar cansado dado pela educação, que o governo Wagner que nos impor. A resposta é simples... Nós, salvaguardores da educação da Bahia, somos eleitos à categoria de criminosos. Exigir direitos agora é crime.
Precisamos dar uma lição ao governo dos “PTraidores” dos trabalhadores. Estamos mais unidos que nunca em nossos objetivos, que se cumpra a lei, que se cumpra o acordo!!



Fabiano Brito
Professor de Sociologia"

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