Estudante com Síndrome de Down é aprovada em vestibular

Acredito fortemente que nossos alunos, mesmo os mais pobres não precisam ser tratados como coitados. Como inválidos. Antes, com respeito.
E é por respeito que preparo minhas aulas, oriento sobre onde encontrar as informações de que necessitam, estimulo-os a se aperfeiçoarem, se desenvolverem... crescerem.
Há dificuldades? Superem-nas! Há tristezas, problemas financeiros? Superem-nas! Família dificil? Faça disso um trampolim!
Tive um aluno que estava fazendo a segunda série do ensino profissionalizante, e, invariavelmente, ele dormia nas aulas que eram ministradas pela tarde. Adolescente, 17 anos, repetindo a segunda série, perguntei um dia a ele porquê... ele me disse que dormia na aula, porque acordava ainda de madrugada para trabalhar. Nesse momento ele era padeiro.
Perguntei a ele se ele queria ser padeiro pelo resto da vida... ele disse que não...
Então, teria de aproveitar a oportunidade e ligar-se mais nos seus estudos. Coloquei-me a sua disposição fora do horário da aula, no qual ele nunca me procurou. Ao final do ano, infelizmente, foi reprovado, em várias disciplinas.
Pena. Mas ainda há esperança. Ele é um excelente dançarino de Rap, e outras danças do gênero.
Mas precisa de orientação. De ajuda. Nunca de pena.

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