Eu vejo o futuro repetir o passado... eu vejo um museu de grandes novidades


Essa música cantada por Cazuza tornou-jeito que já foi um diase emblemática. Revela um ausencia de mudança, o que por si só conspira contra a natureza.
Quem, como eu, estuda as ciências, sabe que, segundo outra canção, "nada do que foi será, de novo, do jeito que já foi um dia".

Mas fica a pergunta... que estamos fazendo, hoje, para que o futuro seja-nos favorável? A melhor forma de prever o futuro, é inventando-o. Há coisas que estão fora de nosso controle. Mas quanto as que estão, como cuidamos delas?
Se vamos enriquecer, ganhando na megassena, é realmente algo que pertence à sorte. Mas ser grato com o que temos, diligente com os bens e recursos que temos; isso é conosco.
E na televisão a todo tempo em todas as emissoras é feita a retrospectiva de 2011, mostrando o melhor e o pior do ano. Crianças com fome e doentes na África, tragédias naturais (algumas previsíveis, outras não), e muitas e muitas outras situações.
Que venha 2012. Seremos felizes nesse novo ano, sim!

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