Se ela dança,eu danço SBT john Lennon A morte do Cisne


Tem algo fantástico na arte: você não precisa entende-la. Precisa se identificar com ela. Precisa deixar ela ser parte de você, porque ela é fruto do que somos: dos nossos medos, angústias, alegrias, verdades, expectativas...
Pouco ou nada entendo, em particular de balét, dança clássica. Mas sei que é impossível estar diante de uma bela obra e ser indiferente a ela. Ou se ama, ou se odeia. Saber explica-la é para os entendidos.
Gostaria de partilhar com vocês, meus alunos e meus colegas, e com os anônimos que tiverem acesso a esse blog, esse vídeo. Ele traz uma obra clássica, numa releitura muito bela, muito linda. Não tenho a sensibilidade dos juizes desse concurso, nem a percepção oriunda dos conhecimentos deles.
Até os invejo.
Mas chamo a atenção para o descrédito que os juízes apresentam quando diante do rapaz no primeiro momento. Acharam a roupa inadequada, acharam que a expressão não seria a mais adequada... desqualificaram o rapaz desde o nome dele, achando inadequado para o mesmo.
Aí vem o talento, acoplado ao trabalho intenso. Muito treino, muito ensaio, uma leitura inédita e ousada, mas que respeita o trabalho já estabelecido... E como resultado, o descrédito cede lugar ao aplauso.
Lição? Vale a pena investir num sonho, desde que bem fundamentado.
No mundo moderno não cabe amadorismo de qualquer natureza. Cabe empenho, inovação, trabalho árduo, ousadia. A quem menos tem, mais precisa mostrar, logo maior deve ser o investimento em conhecimento.
Abraços.

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