Termina eletrificação da primeira linha do metrô de Salvador - A TARDE On Line - CIDADES

Termina eletrificação da primeira linha do metrô de Salvador - A TARDE On Line - CIDADES
Assunto controverso e complicado esse do metropolitano da capital baiana.
É inegável que o uso da tecnologia de transporte de massas precisa ser intensificado. A pessoas necessitam se deslocar de um ponto a outro e precisam faze-lo de forma rápida e barata. O modelo adotado na aquisição de automóveis é um modelo ecologica, economica, filosofica, social e fisicamente incorreto. A poluição, os recursos energéticos, e vários outros problemas se intensificam com esse modelo que privilegia o uso da tecnologia do motor a combustão. Nada contra ter um carro, principalmente numa época em que ele parece ser o único meio de deslocar-se. E esse é o ponto: ou o poder público reve esse modelo, priorizando o coletivo em vez do particular, ou em alguns poucos anos, todos ficarem parados. Há um filme antigo (e bem chatinho) que fala sobre essa problemática. No tal filme, uma sucessão de aidentes faz com que todos fiquem paralisados em vias de grande movimento. Em pouco tempo, o número de veículos faz todo mundo ficar paralisado por dias nas vias públicas.
As questões ecológicas que tanto nos afetam, como efeito estufa, smog fotoquímico, inversão térmica e chuva ácida são grandemente afetados por esse privilégio dado aos veículos particulares, posto que são grandes poluidores. e curiosamente falando, as tecnologias dos países de primeiro mundo são bem mais poluidoras. a idéia de um meio de transporte que desloca uma única pessoa por vez, havendo a possibilidade de transportar uma única não me parece muito racional. Pense: Se todos que estão num ônibus resolverem andar de carro, quanto espaço, combustível e estacionamento necessitaremos? Quanto de poluição poderemos gerar? e a poluição de um veículo não está ligada apenas ao combustível queimado, mas ao óleo usado, aos metais extraídos da terra, muitos deles pesados e tóxicos.
Volto a afirmar que não sou daqueles que acreditam que os automóveis deveriam ser banidos posto que, eu mesmo tenho um. Mas de bom grado, deixaria de usa-lo, ou usaria um número muito menor de vezes, se as tecnologias para o transporte de massas fosse intensificada na cidade.
Em tempo: se bem me lembro, todos os candidatos à prefeitura, no último pleito, prometerem implantar um veículo terrestre que estaria circulando pela cidade, como um bonde, ligando vários trechos problemáticos. Todos os candidatos, inclusive o atual prefeito, se comprometeram a faze-lo. Com nomes distintos, com carrinhos um pouco diferentes, mas curiosamente com circuitos semelhantes, eles eram a promessa de uma cidade mais limpa, mas ágil, mais bonita sob muitos aspectos e com um trnsito menos estressante.
Senhor prefeito, onde está sua promessa? E creio firmemente que fosse outro o prefeito teria de fazer a mesma pergunta agora.
Para finalizar, reafirmo: esse modelo baseado no veículo individual é inviável. está nos matando e nos paralisando. Privilegia o individual em detrimento do coletivo, polui mais, ocupa mais espaço, suja mais... enfim, em tempos modernos é burro.

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