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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

REGRA BÁSICA PARA EMAGRECER | Saúde na Rotina

Uma descoberta sobre mim nada interessante

Saudações. Hoje tive a oportunidade de fazer uma descoberta sobre mim que ate agora não entendi como me passou despercebido por tanto tempo.
As vezes a vida traz revelações importantes e que mudam completamente o que somos e fazemos, dando-nos um carater e uma forma de ver e viver a vida totalmente diferentes.
Sai de casa hoje precisando seguir um roteiro longo. Este incluia uma visita em um dos colégios da rede militar, uma visita na Fiocruz, cortar o cabelo, comprar uma bateria nova para meu S4 mini, solicitar aproveitamento de estudos na UFBA, e assistir a primeira aula de Química inorgânica aplicada a Farmácia.
Mas, em dado momento de minha jornada, o carro começou a ter problemas de potência, o que me fez pensar como os objetos se parecem com seus donos; e, por mais que, acelerasse, o movimento seguia lento, e perceptivelmente com dificuldades.
Levei o carro para a Concessionária Renout Brune, na Paralela, chegando por volta das 11:30 h.
Sai as 18:00, sem o carro. Tive de desfazer todos os compromissos que tinha, inclusive a faculdade. Fui procurado por alguns colegas no ZapZap, e conversamos muito ao longo da tarde sobre o início das aulas, e projetos e combinando ponto de encontro... frivolidades desse tipo parecem encher nossa vida e sentimos falta disso em muitos momentos.
Tive de pegar um taxi, pois ainda acreditava na possibilidade de conseguir pegar a primeira aula. Ledo engano! Desce a Paralela, e o tráfego começa a fazer jus a sua fama cotidiana. Em dado momento, percebemos o movimento na pista praticamente parado, e o taxista segue pela via ao lado. Uns metros a frente de onde estávamos e percebemos a pista livre, e tudo parado por conta de um carro da SET, fazendo o tráfego paralisar. Ou seja, a empresa que é paga pelo contribuinte para fazer o tráfego Fruir, estava emperrando o transito. Sem qualquer motivo aparente. Por mero capricho do motorista, talvez.Como disse o taxista "ali vai uma autoridade! Faz o que quer e cabe a todos apenas obedecer!" Ele olha pra  mim, e não sei de onde afirma: O Senhor é professor, então o senhor também é autoridade. Eu ri, e disse que não é bem assim! Ele novamente afirma: Se o aluno precisar no final do ano ser aprovado, e depender de um décimo seu, o senhor o dará se quiser. O aluno que o desrespeitar, se precisar desse décimo, terá de vir pedindo bem humilde...
Eu ri. Pois nunca vi essa situação. Na verdade, o mais comum é o aluno julgar que tem direitos, sem deveres a cumprir. E a minha autoridade se esvai na sala do diretor que, cheio "otoridade", recomenda aos pais irem fazer denuncias a ouvidoria, de fatos não ocorridos, exceto na mente perturbada e mal intensionada de alguns estudantes. Imagino que, alguns, se lerem essa postagem, se identificarão como sendo essas, o que irá causar algum mal estar desnecessário. Veja qu não citei nomes, escolas, salas, contextos... nada que identifique este ou aquele. Seja aluno, diretor, pai. Mas, ainda haverá quem se valerá desse post para tentar, cheio de razão, ao menos na sua cabecinha cheia de bosta; criar algum mal estar.
Qual a descoberta que fiz? Sou muito mais otário do que aparento. Nunca me passou pela cabeça tal atitude. Cito ano passado, quando todos os estudantes sob minha batuta foram aprovados. Sem exceção, nas disciplinas que ministrei. E nem precisei sair distribuindo décimos, pontos ou qualquer destes.
O professor tido como mais agressivo, mais chato, mais dificil de explicar, de ser aprovado, não teve um único estudante reprovado sob suas disciplinas.
Aliás acho que eu seria muito mesquinho se reprovasse qualquer estudante, mesmo no conselho de classe, baseado nas ações relacionadas ao comportamento indevido de um ou outro estudante.
Quero que eles logrem êxito. E em algum momento de suas vidas, eles irão se arrepender de suas ações. Talvez a tempo de tentar se retratar, como muito fizeram. Talvez, esse tempo nunca chegue para nós. Mas, reprovar um estudante por causa disso, não me parece muito justo de minha parte. A vida que se encarregue de cobrar dele, se isso for algo tão importante. E me deixe em paz, inclusive com os desencantos do oficio de lecionar.

Aliás, pensando bem, o que mais tenho acumulado em minha vida são fatos e situações de desagrado, onde sofro alguma forma de agressão. É a esposa que nega o carinho, é o aluno, pai ou diretor que me coloca na conta de incompetente, é a professora que me coloca na conta de mal estudante, ou o colega que me coloca na conta de persona non grata, ou até a mãe que me coloca na conta de mal filho...
Mas como disse um certo poeta, nunca conheci um homem de verdade. Conheci apenas, heróis e semideuses. Pessoas incapazes de sofrer uma agressão de qualqur tipo ou natureza sem revidar a altura e colocar o agressor no seu devido lugar. Todos, invariavelmente levam tudo "a bala". Revidam a altura. Recuperam a honra aviltada. Olhe lá se para tanto não chegam mesmo a matar, ainda que simbolicamente, o ofensor.
Por muitos anos, senti-me culpado por sofrer tais injúrias e não responder a altura. Como faria Lampião.
Em nome de Cristo, em nome de não sofrer com os julgamentos dos pais, irmãos, e atualmente esposa, sofro-os. As vezes levanto a voz, clamando por alguém que se ponha como juiz em meu favor. E invariavelmente, fico na defensiva, cheio de razão, mas sem ninguém que a ofereça alegre, gentil, e corretamente.
Mas, ao contrário, sinto que os meus erros, são punidos sempre com uma dose a mais a pagar. Sabe como é: a quem mais foi ofertado, tanto mais será cobrado. Não sei que tanto a mais foi esse, mas enfim, nem tenho o direito de questionar, cobrar, pedir. Apenas o frio dever de pagar.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

''O Ensino Médio que está aí não faz sentido''

Marilza Regattieri: ''O Ensino Médio que está aí não faz sentido''

Pesquisadora da Unesco propõe para o Ensino Médio currículos mais dinâmicos e que ofereçam aos alunos uma formação integral

Verônica Fraidenraich (gestaoescolar@fvc.org.br), de Brasília, DF
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Marilza Regattieri. Foto: Carol de Góes
Marilza Regattieri
O cenário do Ensino Médio no Brasil é triste. Os resultados nas avaliações nacionais e internacionais são fracos, os índices de reprovação e evasão são altos, há queda no número de matrículas e faltam professores especialistas. O desânimo é tanto que a maior taxa de abandono ocorre logo no primeiro ano do segmento. Em 2010, 12,5% dos alunos recém-ingressos deixaram de ir à escola, contra 7,6% no 3º ano, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), essa etapa de conclusão da Educação Básica tem de garantir as aprendizagens necessárias ao desenvolvimento de conhecimentos e atitudes e práticas sociais e de trabalho. Isso significa que o jovem, ao se formar, poderá ingressar na vida adulta de forma digna seja qual for o caminho que quiser seguir. Mas não é o que ocorre.

Na tentativa de mudar esse quadro, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) desenvolveu, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), dois modelos de currículos: os chamados protótipos de Ensino Médio de formação geral e o Integrado. O objetivo é estimular o debate e ajudar os sistemas de ensino a construir propostas curriculares e revisar o projeto político-pedagógico.

A economista Marilza Regattieri, que cuida da área de Ensino Médio e Educação profissional da Unesco há 13 anos e participou do estudo - cujo relatório completo será publicado neste semestre -, diz que é preciso garantir à instituição a escolha de um modelo segundo a realidade e o perfil de seus alunos. "Ao verem considerados os seus anseios, eles passam a ter outra relação com a escola. Ficam mais interessados", diz Marilza. Leia a seguir a entrevista que ela concedeu a GESTÃO ESCOLAR.

Qual o principal gargalo do Ensino Médio hoje no Brasil?
MARILZA REGATTIERI 
É o currículo. Há uma diversidade muito grande em relação a condições socioeconômicas, sonhos, expectativas e visões da juventude sobre o mundo. Apesar disso, o que se observa é uma escola única, que pouco diferencia as suas formas de atendimento e organização do Ensino Médio. A discussão, portanto, precisa se centrar no currículo, em aprendizagens que garantam ao cidadão, ao sair da escola, o preparo para continuar os estudos e evoluir enquanto pessoa e profissionalmente. Assim, ele estaria apto para desenvolver habilidades que qualquer tipo de trabalho demanda, na escrita, na fala, na construção do raciocínio lógico e no domínio de uma Língua Estrangeira. Embora isso esteja previsto na LDB, não chega a ser efetivado.

Qual a sua avaliação sobre as políticas públicas vigentes para o segmento?
MARILZA 
O Ensino Médio que está aí não faz sentido. Houve o amadurecimento na oferta e na gestão das políticas do setor - a exemplo dos catálogos nacionais de cursos técnicos e de tecnologia e de programas como o Ensino Médio Inovador -, mas faltam medidas que acompanhem o dinamismo que a comunidade escolar e o mercado de trabalho exigem. A integração curricular entre Ensino Médio e Educação profissional ainda é incipiente. É preciso uma proposta pedagógica que sistematize isso melhor.

2016/2016: Hora de revisão

No início do ano passado, fiz uma verificação do que fora o ano anterior, e me propuz algumas mudanças para o ano seguinte, 2015.
Faço agora um balanço do que foi o ano, o que consegui e o que precisa ser adiado.
Logrei exito e iniciei uma nova graduação em Farmácia na UFBA.
Todos os meus alunos foram aprovados na escola.
Parei com a hipnose, por falta de recursos. Trabalhei um monte na escola particular, mas não consegui ficar por mais que 7 meses.
Continua tudo igual aqui em casa. Os meninos crescendo, o dinheiro não sobra, as dificuldades cada vez maiores.

Ernest Rutherford: Energia Nuclear

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